13 de outubro de 2010


"... como a árvore sem indícios do relâmpago."

frase que ficou estampada na minha caixola desde a agradável tarde de ontem.
memórias...

sobre impressões do meu primeiro contato com a peça o aroma das águas / velórios acontecem no outono. dramaturgia de muryel de zôppa e direção de samuel giacomelli.
brincando de scrapbook com foto de luana magrela.
clique aqui para conhecer o processo de criação das feras!

Um comentário:

Muryel De Zôppa disse...

porra, assim o coração escapole. veja bem, o de ontem é um esboço de algo, fragmentos soltos que, necessariamente, não serão aqueles. há um outro direcionamento pra treta, outra dinâmica; como estava, fica lento; como ficará será melhor revendo, rs. a atmosfera é aquela, o resto será aquilo. você poderá nos salientar, sempre, um hipotético direcionamento, pela sensibilidade e clareza de sua onda. obrigadão por ontem, fina flor do feno, foi.

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